Wednesday, July 19, 2006

TEMOS CADÁVER!



Finalizadas as gravuras que acompanharão a edição, o Belo Cadáver está finalmente pronto e será oficialmente lançado no Estaleiro Cultural Branca-a-Velha, em Braga, já no próximo sábado. As gravuras foram executadas numa máquina Heidelberg Minerva, em impressão tipográfica a partir de uma matriz de Nylonprint, sobre papel de 250 gr., formato 140mm x 210mm, usando tinta preta de numeração. A Imprensa Canalha agradece ao Manuel Leitão, operário gráfico responsável por esta maravilha.

Foram gravadas e impressas duas ilustrações: uma acompanhará cada exemplar do Belo Cadáver, a outra, da qual se fizeram apenas 20 exemplares, será o brinde para os próximos subscritores {para saber mais sobre a subscrição da Imprensa Canalha clique AQUI }

Em breve aparecerá na barra da direita um link com todos os desenhos da sessão do Belo Cadáver, incluindo os que não aparecem na edição.

Tuesday, July 11, 2006

O BELO CADÁVER ESTÁ QUASE A SAIR





Está já a ser paginada a nova publicação da Imprensa Canalha: Belo Cadáver, um conjunto de cerca de 17 desenhos, de um total de 32, realizados em registo de cadáver esquisito numa sessão única por Filipe Abranches, André Lemos, José Feitor e Bruno Borges, com intervenções pontuais de Marcos Farrajota e Joana Figueiredo, e uma passagem meteórica de Mike Goes West. O Miguel Antunes escreveu o texto que acompanha as ilustrações.
A publicação terá cerca de 30 páginas em formato A5 e sairá juntamente com uma gravura, em tiragem limitada a 50 exemplares numerados.

Se tudo correr como previsto, prevê-se o lançamento para o dia 22 de Julho, no
Estaleiro Cultural Branca-a-Velha, em Braga, num evento promovido pelo Samizdata Club.

O Marcos Farrajota explica como tudo se passou:

Uma semana antes de tudo isto, logo de manhã a caminho do emprego, a Joana veio à janela com a sua SuperSoaker (com alcance de 12 metros) para molhar. Eu agachei-me e consegui desviar-me do jacto de água, mas a coluna vertebral pregou-me uma partida mais fatal que a da Joana. O problema resolveu-se naturalmente no dia seguinte. Mas, dias depois, na Terça-Feira seguinte, a dor voltou. Andei, literalmente, de rastos, até ir ao hospital e resolver este problema de trintão. O que tem isto que ver com o “Belo cadáver”?

Quinta-Feira.
Todas as Quintas, haja vernissages ou haja sol, um grupo de pessoas ligadas à edição independente e às artes gráficas reúne-se numa tasca (pária da estupidez das regras higiénicas de Bruxelas*) para experimentar os novos sabores de cervejas que a Super Bock e a Sagres insistem em lançar para o mercado todos os meses. Ah! E discutem a actualidade política ou falam sobre banda desenhada e zines, evocam recordações beirãs e outras palermices mundanas. O fim desta “tertúlia” pode acabar em jantarada e matrecos. Temos uma comunidade-simulacro da vida rural, portanto. E eu a tomar Adalgur – 2 comprimidos de oito em oito horas – mais o gel Voltaren.
Nessa noite íamos ver um DVD, em paz e descanso total, quando “o grupo” veio da tasca, todo mamado, com frangos e embalagens de batatas fritas e claro, umas 5 litrosas. Vinham ter com o camarada convalescente – e eu que não podia beber álcool!
Que ricos amigos! ‘Tou a gozar, é malta fixe!
E o jantar em casa correu bem, até o André Lemos começar a rabiscar – exigiu papel e canetas! – e a passar os desenhos para o Filipe Abranches, o Bruno Borges, o Mike (goes west), a Joana, eu e o José Feitor. E estava a correr bem, em registo de “cadáver esquisito” mas sem o anonimato. Bastava acrescentar mais “coisas” na folha e chegar ao absurdo quase tão dadaísta possível. E escrevo Dada não por tentar justificar o injustificável, ou aliás, justamente por isso. O Dada não se justifica nem reflecte. E queiramos, quer não, era o que estava acontecer, uma orgia de criatividade espontânea. Pretensão Zero. Obrigado, meus caros leitores.
«O que há nesta casa para beber?»
O Mike fez uns rabiscos e foi-se embora. A Joana ainda fez mais uns desenhos e foi para o sofá, cansada.
«Isto está a correr bem… se calhar dava para uma edição.»
(Fixe, boa ideia.)
«Mas temos que fazer mais! Conta quantos estão aí… precisamos de uns 32 desenhos para fazer uma edição! Se temos 16 então temos que fazer o dobro…»
(Oh não!)

E andava eu a guardar as bebidas que restavam, a tirar os cinzeiros cheios da mesa, implorei para irem embora, mas os desgraçados continuavam a rabiscar e a passar uns aos outros em azáfama marada. São quase 3 da manhã e estes gajos não saem de casa. Juntei-me à Joana no sofá e começamos a ver o DVD.
«Então boa noite!»

* onde os cabrões dos belgas não as respeitam, como verifiquei em Outubro de 2005!

A IMPRENSA CANALHA VAI A BRAGA



No próximo dia 22 a Imprensa Canalha estará em Braga, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, em parceria com o Samizdata Club. Na altura aproveitaremos para lançar o Belo Cadáver.

Fica então a programação:

dia 22 de Julho, no estaleiro cultural Velha-a-Branca, a partir das 22h

#1. Live-acts de Scifiindustries e Tatsumaki

#2. Lançamento de Lucrécia de Rafael Dionísio

#3. Festa com unDJ Goldenshower

#4. Feira de Zines e Discos pela Associção Chili Com Carne , Thisco e Imprensa Canalha

+ info: http://samizdataclub.blogspot.com

APAREÇAM!

{cartaz de José Feitor}

Tuesday, July 04, 2006

BREVEMENTE, UM BELO CADÁVER



Para breve, a apresentação do novo lançamento da Imprensa Canalha: Belo Cadáver, um conjunto de 17 desenhos feitos a 4 mãos (com intervenções esporádicas de outras 3).

Tudo será revelado.

PROJECTO DA REVISTA DE CONTOS DE LITERATURA FANTÁSTICA: ESCLARECIMENTOS



Temos recebido bastantes textos mas, infelizmente, a maioria não se enquadra minimamente no âmbito que se pretende aqui trabalhar: a Literatura Fantástica. Para além disso recebemos também textos cuja extensão não respeita aquilo que ficou determinado à partida. Como tal, e atendendo a que o prazo para entrega dos textos ainda vem longe (25 de Novembro), deixo aqui o esclarecimento de um dos membros do júri {Pedro Moura} sobre o que é na realidade Literatura Fantástica. Deixo ainda, mais uma vez, as condições de participação. De qualquer forma, quero agradecer às pessoas que já participaram, ficando à espera de mais participações.
[Quando falamos de Literatura Fantástica estamos] "mesmo a pensar nas teorias estruturalistas de Tzvetan Todorov (mas Caillois ajudou também) e no seu seminal livro "Introdução à Literatura Fantástica" (procurem que existe tradução portuguesa, antiga, pela Moraes), onde se define esse género literário.
De uma forma muito sucinta, eis do que se trata... Na verdade, até funciona melhor por oposição. Entendem o que significa "sobrenatural" ou "milagre"? Pois bem, são todos aqueles acontecimentos que não fazem parte das expectativas racionais da experiência humana de todos os dias, e onde cabem desde fantasmas ao Super-Homem, Jesus Cristo e monstros da ficção científica... Quando o conto inclui esse tipo (ou outros análogos) de acontecimentos, em que não há dúvida nenhuma de que nesse universo narrativo essas coisas acontecem mesmo, estamos perante o género do "maravilhoso". Entendem? Muito bem, passemos à frente...
Quando estamos num conto ou relato ou romance, etc., em que os acontecimentos parecem maravilhosos mas nunca se entende se são reais ou não, porque podem ser alucinações da personagem, impressões inconclusivas, dúvidas, etc., enfim, quando a dúvida é mais forte que a certeza dentro desse universo narrativo, estamos perante o "fantástico".
Todorov pensou em autores como Poe ou Gerard de Nerval ou Hoffmann, mas mesmo algum Kafka e algum Borges poderia ser incluído. Se não conhecem sequer estes autores de nome, acreditem que a arrogância de vos dizer que os devem ler antes é bem merecida.
Logo, que não se inclua no mesmo pacote a "ficção científica" (que trabalha usualmente o futuro a vir e os problemas e implicações levantados pela introdução de novas ou diferentes tecnologias), nem o "high fantasy" (que envolve homens com pouca roupa e monstros com nomes com mais consoantes que vogais e morais cristãs e bacocas pouco disfarçadas), nem o "realismo mágico" (que é uma desculpa para os escritores de esquerda entrarem em fantasias metafóricas para fazer analogias sobre os problemas prementes dos seus países)... "
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO NA REVISTA DE CONTOS DE LITERATURA FANTÁSTICA:
#1: Os contos a submeter deverão integrar-se naquilo a que vulgarmente se chama Literatura Fantástica.
#2: Os contos deverão ser enviados para imprensacanalha@yahoo.com até ao dia 25 de Novembro deste ano. Não há limite para o numero de participações por autor.

#3: Os contos deverão ser curtos (máximo 6 págs. em Times New Roman formato 12) e inéditos em versão impressa.

#4: Os contos seleccionados serão anunciados até ao fim de Janeiro de 2007.

#5: Os contos seleccionados serão publicados, acompanhados por ilustrações de autores a indicar.
#6: A equipa que procederá à selecção dos contos que integrarão a primeira revista ilustrada de contos da Imprensa Canalha: José Feitor {ilustrador e editor da Imprensa Canalha}, David Soares {escritor e autor de BD}, Pedro Moura {crítico de BD} e André Lemos {ilustrador e editor da Opuntia Books}.

Monday, June 12, 2006

EXPOSIÇÃO 'TENHO VISTO CARTEIRISTAS' NA 4ª FEIRA LAICA



Exposição de Artes Gráficas “TENHO VISTO CARTEIRISTAS”
Inaugura 24 de Junho, com o arranque da 4ª FEIRA LAICA e ficará patente até 24 de Julho de 2006 na sala de exposições da Bedeteca de Lisboa.


Mostra e venda de originais de José Feitor, Filipe Abranches, André Lemos, Bruno Borges, Joana Figueiredo, Joanna Latka, João Maio Pinto, Marco Mendes, Miguel Carneiro, Carlos Pinheiro, Janus, Nuno Sousa, Teresa Amaral, Lucas Barbosa, Cátia Serrão, Luís Henriques, Rosa Baptista, Pedro Zamith, Artur Varela, Bàrbara Rof, Diniz Conefrey, Esgar Acelerado, Daniel Lima, Richard Câmara e Ana Menezes


“Verão em Lisboa: os nativos dão graças pela acalmia reinante, possível pela debandada em massa dos banhistas para o reino dos algarves, enquanto pela cidade pululam turistas, ávidos de sol e do exotismo português, de máquina a tiracolo e a descontracção própria de quem se ri do custo de vida dos locais. É neste contexto que se movem os dois grupos profissionais mais interessante da cidade: os carteiristas e os operários gráficos. Os primeiros circulam geralmente em pares ou trios, de fatiota aprumada para não dar nas vistas, o jornal ou o casaco a ocultar a mãozinha marota e ligeira, que rapidamente avalia o peso das bolsas dos cámones mais incautos. Há quem diga que são pagos pelo Turismo para não defraudar os visitantes no que toca ao lado pitoresco e típico da cidade, mas as corporações e confrarias do mester repudiam veementemente tal calúnia, insultuosa para o brio profissional dos meliantes.
Os operários gráficos, esses, são ainda mais subtis: juntam-se aos bandos em tascas dos Anjos, onde conspiram futuras provocações; criam material para exposições com nomes bizarros, como “Zurzir o Gigante” ou “orPugatl”; fazem bonecos para publicações de fraca tiragem e carácter legal duvidoso, patrocinadas por projectos com nomes ainda mais improváveis, como Opuntia Books ou Imprensa Canalha.
Nesta exposição a actividade dos operários gráficos estará patente no seu esplendor. Quanto aos carteiristas, esperemos que não apareçam …”


(texto de José Feitor, flyers de Joana Figueiredo)

A CANALHA NA MAIOR FEIRA DE EDIÇÃO INDEPENDENTE NA 4ª FEIRA LAICA



4ª Feira Laica
LOCAL: Bedeteca de Lisboa
DATA: De 24 a 25 de Junho (Sábado e Domingo)
HORÁRIO: Sábado, das 15h às 24h Domingo, das 15h às 20h
Para marcar a chegada do Verão, os jardins da Bedeteca abrem-se ao laicismo e à diversidade cultural com a MAIOR Feira de Fanzines e Edições Independente, a que se associam outras produções livres como a gastronomia (peixinhos da Horta, cerejas do Fundão, refrescos de toda a espécie, pataniscas de bacalhau e outras vitualhas), o artesanato urbano, a animação infantil e os discos e livros em 2ª mão. A oferta estende-se a espaços de maior penumbra.
Na sala de exposições, duas mostras colectivas: Tenho visto carteiristas, que permite lançar um olhar furtivo sobre o trabalho de mais de duas dezenas de ilustradores nacionais; e All Girlzine, a afirmação de um lobby no universo da banda desenhada portuguesa.
A Feira Laica é uma iniciativa que resulta do trabalho de uma associação informal de artistas e novos artesãos interessada na organização de eventos onde se possa apresentar e vender trabalhos a preços justos. A organização privilegia artistas gráficos e publicações independentes, incluindo sempre na estrutura da Feira uma exposição e venda de originais. A feira serve como espaço de encontro entre os criadores e o público, numa lógica que permita a aquisição de bens culturais e criações artísticas ou artesanais, sem a existência de intermediários.
Feira de Fanzines e Edição Independente:
Estarão representadas na feira as seguintes entidades: Publicações: Associação Chili Com Carne, MMMNNNRRRG, Imprensa Canalha, Opuntia Books, El Pep, zine Gatafunho, colectivo A Mula, Dr. Makete, Geraldes Lino, Succedâneo, zine Aqui no canto, Bíblia, colectivo Extratus, All Girl-zine, jornal Coice de Mula, revista HL Comix, atelier Toupeira / Bedeteca de Beja, revistas Blazt e Sketchbook, Atelier Mike Goes West, BdJornal, Conflito Estético, Edite, revista Cânhamo e Entulho Informativo. Edições estrangeiras: L’employé du Moi (Be), Les Requins Marteux (Fr), Mosquito (Fr), Ego Comme X (Fr), Glömp (Fi) e Media Vaca (Es). Música: Thisco, Variz, Base, Filipe Leote, Lowfly, Rastilho, Méchanosphère, Some Farwest Noizes, You are not stealing Records, Let’s go to War, Bor Land, Matarroa, Soopa e Cãoceito.
Lançamentos:
Publicações (zines, revistas):
All Girlzine #2 (Daniel Maia)
Animalia (Opuntia Books) de Frederico (4 anos)
Aquinocantinho, de João Rubim
BdJornal #13 (Pedranocharco)
Belo Cadáver (Imprensa Canalha)
Edite #2 (Edite)
Family Portraits (Opuntia Books), de André Lemos
Gatafunho #3
Sketchbook #3 (AJ-COI)
Discos:
Shape your shade [Cinetiks (Fr) + Celestial Dragon (Hk) + Thisco (Pt)] de Spies under Von Magnet influence
Outros:
Serigrafias de André Lemos e Edgar Raposo, série “Comércio tradicional” do Atelier Mike Goes West
Feira de Artesanato Urbano:
Estarão representadas na feira as seguintes entidades: Mil e Uma Coisas, Luísa Baptista, Patrícia Raposo, Teresa Mealha, Amores de Tóquio, Fio-me, colectivo Unika, Morgy, Dina Piçarra, Liliana Maia, colectivo Colectivo e Ana Menezes.
Animação infantil
No jardim da Bedeteca: jogos tradicionais (16h), corrida de sacos (17h30), teatro de marionetas (19h).
Samizdata Club @ Feira Laica IV
O Samizdata Club é um espaço ultracultural de confronto e experimentação artística e social incentivado por um colectivo de editoras discográficas, bd, produtores musicais, djs, vjs, designers que decidiram dar resposta a lacunas existentes no panorama artístico nacional através de sinergias e parcerias, de forma a criar uma efectiva rede de disseminação de informação por canais alternativos. Os live-acts a apresentar neste evento, no auditório da Bedeteca, são: Urb, Beeper e Katsumoto.
+ info: www.samizdataclub.blogspot.com
Co-organização:
Bedeteca de Lisboa e Feira Laica
+ info & contactos:
www.bedeteca.com

RECOLHA DE CONTOS FANTÁSTICOS: MAIS DETALHES



Está finalmente reunida a equipa que procederá à selecção dos contos que integrarão a primeira revista ilustrada de contos (este primeiro volume dedicado ao domínio da literatura fantástica) da Imprensa Canalha: José Feitor {ilustrador e editor da Imprensa Canalha}, David Soares {escritor e autor de BD}, Pedro Moura {crítico de BD} e André Lemos {ilustrador e editor da Opuntia Books}.
Ficam então os últimos esclarecimentos:
#1: Os contos a submeter deverão integrar-se naquilo a que vulgarmente se chama literatura fantástica. Este conceito deverá ser entendido na sua acepção mais flexível.
#2: Os contos deverão ser enviados para imprensacanalha@yahoo.com até ao dia 25 de Novembro deste ano. Não há limite para o numero de participações por autor.
#3: Os contos deverão ser curtos (máximo 6 págs. em Times New Roman formato 12) e inéditos em versão impressa.
#4: Os contos seleccionados serão anunciados até ao fim de Janeiro de 2007.
#5: Os contos seleccionados serão publicados, acompanhados por ilustrações de autores a indicar.

Tuesday, May 30, 2006

A CANALHA PRECISA DE TEXTOS FANTÁSTICOS


Um dos projectos que a Imprensa Canalha pretende desenvolver a longo prazo, com periodicidade anual, é o de uma revista de contos ilustrados que mudará de temática a cada número. O primeiro número, a editar em meados do próximo ano, incidirá no domínio da literatura fantástica.
Lanço então o repto: enviem contos curtos {máximo 6 págs. A4 em Times New Roman formato 12} que caibam dentro daquilo que se considera literatura fantástica para o mail da Imprensa Canalha:imprensacanalha@yahoo.com
Os textos serão lidos por um pequeno grupo de pessoas idóneas e entendidas na matéria. Seleccionaremos 5 ou 6 contos, que serão depois entregues aos ilustradores. Os nomes dos ilustradores e dos membros do júri serão anunciados brevemente.

A PRÓXIMA PUBLICAÇÃO JÁ ESTÁ NA FORJA





A próxima publicação da Imprensa Canalha já está a ser preparada. Trata-se de uma pouco convencional BD (ou um pouco convencional livro ilustrado - aqui as barreiras diluem-se) que tem por base um argumento de José Feitor baseado numa parte do livro 'O Golem' do escritor checo do século XIX Gustav Meyrinck. O livro chamar-se-á 'Babinski, salteador de Praga'. Os desenhos são do Luís Henriques. Mais detalhes à medida que a produção for avançando.