Monday, September 11, 2006

MAIS UMA AMOSTRA DE BABINSKI





Para saber mais sobre Babinski

NOVO POSTO DE VENDA DA CANALHA



As edições da Imprensa Canalha estão disponíveis na loja Fermento, em Lisboa.

Rua do Século, 13

1200-433 Lisboa

Aberto de 2ª a Sábado das 11H às 20H

Tel.: 21016566

www.fermentoshop.blogspot.com

Para conhecer todos os postos de venda da Imprensa Canalha.

Sunday, July 30, 2006

A PRODUÇÃO DE BABINSKI CONTINUA




O Luís Henriques continua a desenhar as pranchas de Babinski, o Salteador de Praga, edição da Imprensa Canalha a sair durante o próximo ano. O argumento é uma adaptação de um excerto do livro O Golem, de Gustav Meyrinck.

Friday, July 28, 2006

O BELO CADÁVER EM ANTEVISÃO



Se quiserem conhecer melhor o Belo Cadáver, cliquem sobre a imagem da capa na barra da direita. Poderão visualizar alguns dos desenhos publicados, ler o texto de apresentação e, sobretudo, ver os desenhos que sobraram da sessão que deu origem a esta publicação.

Monday, July 24, 2006

POSTOS DE VENDA DA IMPRENSA CANALHA

LISBOA
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WORK&SHOP
Rua das Pedras Negras 17
1100-401 Lisboa
http://www.worknshop.com/

COIMBRA
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Livraria XM
Escadas do Quebra-Costas 7
3000-340 Coimbra
Net:
www.xm.com.pt



PORTO
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Matéria Prima
no Edifício Artes em Partes
Rua Miguel Bombarda 457
4050-382 Porto
Tlf.: 226066134
Net: http://www.materiaprima.pt/

BRAGA
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Estaleiro Cultural Velha-a-Branca
Largo da Senhora-a-Branca 23
4710-433 Braga
Mail: info@velha-a-branca.net
Net: http://www.velha-a-branca.net/


BRAGA



A Imprensa Canalha foi até Braga no passado fim de semana, em companhia da Chili com Carne, ao Estaleiro Cultural Velha-a-Branca. Um agradecimento especial ao Alberto e à Rita pelo excelente acolhimento. Aconselho uma visita a este magnífico espaço cultural.

Wednesday, July 19, 2006

TEMOS CADÁVER!



Finalizadas as gravuras que acompanharão a edição, o Belo Cadáver está finalmente pronto e será oficialmente lançado no Estaleiro Cultural Branca-a-Velha, em Braga, já no próximo sábado. As gravuras foram executadas numa máquina Heidelberg Minerva, em impressão tipográfica a partir de uma matriz de Nylonprint, sobre papel de 250 gr., formato 140mm x 210mm, usando tinta preta de numeração. A Imprensa Canalha agradece ao Manuel Leitão, operário gráfico responsável por esta maravilha.

Foram gravadas e impressas duas ilustrações: uma acompanhará cada exemplar do Belo Cadáver, a outra, da qual se fizeram apenas 20 exemplares, será o brinde para os próximos subscritores {para saber mais sobre a subscrição da Imprensa Canalha clique AQUI }

Em breve aparecerá na barra da direita um link com todos os desenhos da sessão do Belo Cadáver, incluindo os que não aparecem na edição.

Tuesday, July 11, 2006

O BELO CADÁVER ESTÁ QUASE A SAIR





Está já a ser paginada a nova publicação da Imprensa Canalha: Belo Cadáver, um conjunto de cerca de 17 desenhos, de um total de 32, realizados em registo de cadáver esquisito numa sessão única por Filipe Abranches, André Lemos, José Feitor e Bruno Borges, com intervenções pontuais de Marcos Farrajota e Joana Figueiredo, e uma passagem meteórica de Mike Goes West. O Miguel Antunes escreveu o texto que acompanha as ilustrações.
A publicação terá cerca de 30 páginas em formato A5 e sairá juntamente com uma gravura, em tiragem limitada a 50 exemplares numerados.

Se tudo correr como previsto, prevê-se o lançamento para o dia 22 de Julho, no
Estaleiro Cultural Branca-a-Velha, em Braga, num evento promovido pelo Samizdata Club.

O Marcos Farrajota explica como tudo se passou:

Uma semana antes de tudo isto, logo de manhã a caminho do emprego, a Joana veio à janela com a sua SuperSoaker (com alcance de 12 metros) para molhar. Eu agachei-me e consegui desviar-me do jacto de água, mas a coluna vertebral pregou-me uma partida mais fatal que a da Joana. O problema resolveu-se naturalmente no dia seguinte. Mas, dias depois, na Terça-Feira seguinte, a dor voltou. Andei, literalmente, de rastos, até ir ao hospital e resolver este problema de trintão. O que tem isto que ver com o “Belo cadáver”?

Quinta-Feira.
Todas as Quintas, haja vernissages ou haja sol, um grupo de pessoas ligadas à edição independente e às artes gráficas reúne-se numa tasca (pária da estupidez das regras higiénicas de Bruxelas*) para experimentar os novos sabores de cervejas que a Super Bock e a Sagres insistem em lançar para o mercado todos os meses. Ah! E discutem a actualidade política ou falam sobre banda desenhada e zines, evocam recordações beirãs e outras palermices mundanas. O fim desta “tertúlia” pode acabar em jantarada e matrecos. Temos uma comunidade-simulacro da vida rural, portanto. E eu a tomar Adalgur – 2 comprimidos de oito em oito horas – mais o gel Voltaren.
Nessa noite íamos ver um DVD, em paz e descanso total, quando “o grupo” veio da tasca, todo mamado, com frangos e embalagens de batatas fritas e claro, umas 5 litrosas. Vinham ter com o camarada convalescente – e eu que não podia beber álcool!
Que ricos amigos! ‘Tou a gozar, é malta fixe!
E o jantar em casa correu bem, até o André Lemos começar a rabiscar – exigiu papel e canetas! – e a passar os desenhos para o Filipe Abranches, o Bruno Borges, o Mike (goes west), a Joana, eu e o José Feitor. E estava a correr bem, em registo de “cadáver esquisito” mas sem o anonimato. Bastava acrescentar mais “coisas” na folha e chegar ao absurdo quase tão dadaísta possível. E escrevo Dada não por tentar justificar o injustificável, ou aliás, justamente por isso. O Dada não se justifica nem reflecte. E queiramos, quer não, era o que estava acontecer, uma orgia de criatividade espontânea. Pretensão Zero. Obrigado, meus caros leitores.
«O que há nesta casa para beber?»
O Mike fez uns rabiscos e foi-se embora. A Joana ainda fez mais uns desenhos e foi para o sofá, cansada.
«Isto está a correr bem… se calhar dava para uma edição.»
(Fixe, boa ideia.)
«Mas temos que fazer mais! Conta quantos estão aí… precisamos de uns 32 desenhos para fazer uma edição! Se temos 16 então temos que fazer o dobro…»
(Oh não!)

E andava eu a guardar as bebidas que restavam, a tirar os cinzeiros cheios da mesa, implorei para irem embora, mas os desgraçados continuavam a rabiscar e a passar uns aos outros em azáfama marada. São quase 3 da manhã e estes gajos não saem de casa. Juntei-me à Joana no sofá e começamos a ver o DVD.
«Então boa noite!»

* onde os cabrões dos belgas não as respeitam, como verifiquei em Outubro de 2005!

A IMPRENSA CANALHA VAI A BRAGA



No próximo dia 22 a Imprensa Canalha estará em Braga, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, em parceria com o Samizdata Club. Na altura aproveitaremos para lançar o Belo Cadáver.

Fica então a programação:

dia 22 de Julho, no estaleiro cultural Velha-a-Branca, a partir das 22h

#1. Live-acts de Scifiindustries e Tatsumaki

#2. Lançamento de Lucrécia de Rafael Dionísio

#3. Festa com unDJ Goldenshower

#4. Feira de Zines e Discos pela Associção Chili Com Carne , Thisco e Imprensa Canalha

+ info: http://samizdataclub.blogspot.com

APAREÇAM!

{cartaz de José Feitor}

Tuesday, July 04, 2006

BREVEMENTE, UM BELO CADÁVER



Para breve, a apresentação do novo lançamento da Imprensa Canalha: Belo Cadáver, um conjunto de 17 desenhos feitos a 4 mãos (com intervenções esporádicas de outras 3).

Tudo será revelado.