Saturday, August 25, 2012
Friday, July 20, 2012
Recensões de Pedro Moura para os títulos Iceberg, Sobrevida e O Morto foi ao Baile
Em baixo: Imagem de Tiago Baptista para Estátua Falsa
Thursday, June 28, 2012
ESTÁTUA FALSA, de TIAGO BAPTISTA
Lançamento este sábado, durante a FEIRA LAICA, em Campolide. Fanzine com desenhos e BD de Tiago Baptista. Estarão patentes exposições dos originais de Tiago Baptista e de Carlos Pinheiro e Nuno Sousa.
Sunday, June 17, 2012
Monday, June 11, 2012
SOBREVIDA, de Carlos Pinheiro e Nuno Sousa
Duplo lançamento:
16 de Junho, 17H, na Galeria Mundo Fantasma, no Porto
30 de Junho, 14 H, durante a 20ª FeiraLaica (Palácio de Laguares) em Lisboa, com exposição de originais
Para obter o press-release, ou para mais
informações e contactos:
Wednesday, April 25, 2012
SOBREVIDA: apresentação
"Dizem
que a Sobrevida é a existência - ou coisa parecida - de quem já não vive neste
mundo, mas ainda não encontrou o seu rumo.
Da vida real apenas conserva a semelhança. Alimenta-se das suas imagens (venera-as, são o seu amuleto),
ronda-as em círculos a cada volta mais distantes do centro.
A Sobrevida, diz-se, é uma espécie de revivescência - sensação de vida.
Espíritos, espectros, almas penadas perseguem aquilo que já foram, podiam ter sido ou virão a ser
(para sempre, nunca mais).
Diz-se que da Sobrevida apenas podemos conhecer aquilo que se conta. Diz-se muita coisa e tudo é insuficiente (ainda).
De qualquer forma, já cá não está quem falou."
Carlos Pinheiro e Nuno Sousa, 2012
Da vida real apenas conserva a semelhança. Alimenta-se das suas imagens (venera-as, são o seu amuleto),
ronda-as em círculos a cada volta mais distantes do centro.
A Sobrevida, diz-se, é uma espécie de revivescência - sensação de vida.
Espíritos, espectros, almas penadas perseguem aquilo que já foram, podiam ter sido ou virão a ser
(para sempre, nunca mais).
Diz-se que da Sobrevida apenas podemos conhecer aquilo que se conta. Diz-se muita coisa e tudo é insuficiente (ainda).
De qualquer forma, já cá não está quem falou."
Carlos Pinheiro e Nuno Sousa, 2012
Wednesday, April 04, 2012
Thursday, January 05, 2012
Monday, December 13, 2010
Thursday, October 21, 2010
L Á Z A R O !
Após um interregno de vários meses provocado por motivos mais ou menos objectivos, é com imensa satisfação que anuncio a ressurreição da Imprensa Canalha, prevista para os meses de Novembro/ Dezembro com o lançamento de 3 edições que passo a apresentar. Aproveito para agradecer aos subscritores, que manifestaram a sua confiança neste projecto durante esta longa espera.
O MORTO FOI AO BAILE

Um grafzine com uma selecção de capas da colecção policial Grandes Mistérios, Grandes Aventuras da editora Romano Torres, publicada ao longo da década de 1940, numa altura em que, de acordo com o regime, não existia criminalidade em Portugal. De forma a não defraudar os leitores com a perpectiva de impláusiveis crimes em Freixo de Espada à Cinta, todos os volumes da colecção foram assinados por nomes estrangeiros (embora na realidade a maioria fosse escrita por um casal português, Gentil Marques e Maria Amália Marques) e os enredos tinham lugar em locais distantes e atraentes. As capas, impressas em offset em tons de azul, são de uma enorme pujança gráfica. Infelizmente, nenhuma está assinada.
Formato A5; impressão CMYK Epson Aculaser; Capa com badanas
ICEBERG, de José Feitor

Entre 2005 e 2008, no seu blog Escroque, o ilustrador José Feitor publicou uma série de ilustrações que eram acompanhadas de pequenos textos, sempre escritos com base na imagem apresentada, numa inversão da tradicional relação entre ilustração e texto. A relação nem sempre é óbvia e, muitas vezes, é mesmo imperceptível. Aqui se apresenta uma série desses exercícios gráficos.
Formato A5; impressão CMYK Epson Aculaser
BRINDE!
O brinde para os subscritores também estará pronto em Novembro. Edição de 25 linogravuras, numeradas e assinadas, a partir de um desenho de André Lemos. Gravação de José feitor e Impressão atelier Mike goes West.
O MORTO FOI AO BAILE

Um grafzine com uma selecção de capas da colecção policial Grandes Mistérios, Grandes Aventuras da editora Romano Torres, publicada ao longo da década de 1940, numa altura em que, de acordo com o regime, não existia criminalidade em Portugal. De forma a não defraudar os leitores com a perpectiva de impláusiveis crimes em Freixo de Espada à Cinta, todos os volumes da colecção foram assinados por nomes estrangeiros (embora na realidade a maioria fosse escrita por um casal português, Gentil Marques e Maria Amália Marques) e os enredos tinham lugar em locais distantes e atraentes. As capas, impressas em offset em tons de azul, são de uma enorme pujança gráfica. Infelizmente, nenhuma está assinada.
Formato A5; impressão CMYK Epson Aculaser; Capa com badanas
ICEBERG, de José Feitor

Entre 2005 e 2008, no seu blog Escroque, o ilustrador José Feitor publicou uma série de ilustrações que eram acompanhadas de pequenos textos, sempre escritos com base na imagem apresentada, numa inversão da tradicional relação entre ilustração e texto. A relação nem sempre é óbvia e, muitas vezes, é mesmo imperceptível. Aqui se apresenta uma série desses exercícios gráficos.
Formato A5; impressão CMYK Epson Aculaser
BRINDE!
O brinde para os subscritores também estará pronto em Novembro. Edição de 25 linogravuras, numeradas e assinadas, a partir de um desenho de André Lemos. Gravação de José feitor e Impressão atelier Mike goes West.
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